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domingo, 7 de abril de 2019

Trate a sua Diabetes tipo 2 de forma natural


A diabetes é uma doença proveniente do desequilíbrio da glicose no sangue, que aumenta a taxa de açúcar no seu organismo.

 Existem 4 tipos de diabetes: a diabetes tipo 1 em que o pâncreas produz pouca insulina ou nenhuma, pode ser por um tempo ou a vida toda, exigindo aplicação de insulina através de agulha diariamente.

 Existe também a diabetes tipo 2 que é crônica e afeta a forma do corpo processar a glicose, também pode durar um tempo ou a vida toda. Talvez não seja necessário insulina ou medicamentos se houve equilíbrio da alimentação e exercícios físicos mas pessoas que tem histórico familiar, sempre tem que estar se monitorando.

 A pré-diabetes é quando a taxa de açúcar no sangue está elevada mas não a ponto de ser chamada de diabetes tipo 2 e a última é a diabetes gestacional, é quando durante a gravidez a taxa de açúcar no sangue aumenta e há o risco de desenvolver a diabetes tipo 2 após esse processo ter passado.

Veja algumas plantas que pode lhe ajudara  controlar, de forma natural

Chás que controlam a diabetes

Chá de Carqueja

Nome Científico:  Baccharis trimera (Less.) DC




Nome Popular:  Bacanta, Bacárida, Cacaia-amarga, Cacália-amarga, Cacália-amargosa, Caclia-doce, Cuchi-cuchi, Carque, Carqueja-amarga, Carqueja-amargosa, Carqueja-do-mato, Carquejinha, Condamina, Iguape, Carquejão, Quina-de-condomiana, Quinsu-cucho, Tiririca-de-babado, Tiririca-de-balaio, Tiririca-de-bêbado, Três-espigas, Vassoura, Carqueija, Tojo (Português), Carqueja, Carquexia (espanhol), Querciuolo (italiano).


O que é diabetes?

É definida como uma doença crônica que ocorre quando o pâncreas não produz insulina suficiente, ou quando o corpo não utiliza a insulina que produz. Se essa condição não for controlada, acontece um grande aumento de açúcar no sangue.
Esta condição é classificada da seguinte forma:
  • Tipo 1: ocorre quando o pâncreas não sintetiza a insulina.
  • Tipo 2:  está relacionado à incapacidade do corpo em usar adequadamente a insulina.
  • Gestacional: aparece durante a gravidez e se caracteriza por um aumento anormal de glicemia.
Eucalipto

O eucalipto é uma planta bem conhecida por suas propriedades para combater doenças respiratórias. No entanto, suas folhas e frutos também são hipoglicêmicos e ajudam a  nivelar os níveis de glicose no sangue, o que ajuda a controlar adiabetes. Isto é afirmado neste estudo realizado pela Universidade de Zahedan (Irã).
A planta de eucalipto ajuda a controlar a diabetes

Ingredientes

  • Folhas de eucalipto (30 g).
  • 1 copo com água (200 ml).

Preparação

  • Ferva a água.
  • Adicione as folhas de eucalipto previamente lavadas.
  • Leve para ferver em fogo baixo durante 10 minutos.
  • Tome logo em seguida.

Canela

Embora a canela tenha um sabor doce, é permitida para diabéticos, de acordo com este estudo da Universidade Mashhad (Irã). Tem sua origem na ÍndiaSuas propriedades incluem seus efeitos digestivos, estimulantes e hipoglicêmicos.
Como ela ajuda a combater a diabetes? Esta planta ajuda a estabilizar os níveis de açúcar estimulando os receptores de insulina, o que diminui naturalmente o nível de glicose no sangue. Pode ser preparado da seguinte forma:

Ingredientes

  • 2 paus de canela.
  • Água (200 ml).

Preparação

  • Ferva a água.
  • Adicione a canela.
  • Deixe por 10 minutos.
  • Tome logo em seguida.

Estévia

A estévia é um adoçante originário do Brasil e do Paraguai. De acordo com este estudo realizado pela Universidade Autônoma do Chile, suas folhas também têm propriedades hipoglicêmicas e, surpreendentemente, apesar de ser até 50 vezes mais doce que o açúcar, é livre de carboidratos.
Como ela ajuda a combater a diabetes?
Induz a produção de insulina, diminuindo os níveis de glicose. Pode ser consumida da seguinte maneira:

Ingredientes

  • Folhas de estévia (15 g).
  • Água (125 ml).

Preparação

  • Ferva a água.
  • Adicione as folhas de estévia.
  • Deixe por 10 minutos.

Aplicação

  • Beba uma xícara da infusão todos os dias.
Fontes de Pesquisas
https://melhorcomsaude.com.br/5-plantas-medicinais-que-ajudam-a-controlar-a-diabetes/#:~:text=%205%20plantas%20medicinais%20que%20ajudam%20a%20controlar,conhecida%20por%20suas...%204%20Est%C3%A9via.%20%20More%20

domingo, 10 de setembro de 2017

Plantas Medicinais:

Quais são as Principais Plantas Medicinais Brasileiras?

O Brasil é responsável por cerca de 20% de toda a biodiversidade mundial. Além disso, é o maior país do mundo em biodiversidade vegetal, com mais de 50 mil espécies de árvores e arbustos catalogadas. Esses números podem ser ainda maiores, uma vez que várias regiões do país não foram suficientemente estudadas. De acordo com estimativas feitas pelo Ministério do Meio Ambiente, essas espécies conhecidas podem representar apenas 10% de toda a vida encontrada no Brasil.
Essa vasta biodiversidade representa uma variedade de plantas, incluindo as de uso medicinal. O problema é que outros países exploram nossa flora e nossa fauna, levam os produtos brasileiros para o exterior e registram as espécies encontradas. Essa prática, chamada de biopirataria, representa um entrave ao desenvolvimento de medicamentos e uso de plantas medicinais brasileiras no tratamento de diversas doenças.
Várias medidas adotadas pelo Governo Federal, principalmente através do Ministério do Meio Ambiente e do Ibama, tentam conter a exploração da fauna e flora brasileira por países estrangeiros. As plantas medicinais são um grande alvo para a biopirataria, pois podem ser utilizados pelo indústria farmacêutica e render lucros para o país que as registrou. Algumas plantas brasileiras, com usos medicinais, foram registradas em outros países, como o cupuaçu, o açaí, a andiroba e o jaborandi. Abaixo, conheça algumas das principais plantas medicinais brasileiras.

Plantas Medicinais Brasileiras

Sucupira 

sucupira é uma árvore brasileira de porte médio, encontrada nas regiões de cerrado, como Minas Gerais, Mato Grosso, Tocantins, São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul. Além de fornecer madeira para a construção civil e produção de móveis, a sucupira possui vários usos medicinais. O óleo, retirado da casca e das sementes é eficiente no tratamento do reumatismo, enquanto os nódulos da raiz, também chamados de batatas-da-sucupira, são usados no tratamento da diabetes.
Estudos recentes também mostram que o óleo dos frutos da sucupira dificultam a penetração da cercaria da esquistossomose na pele, podendo ser utilizada no combate dessa endemia. As sementes da sucupira são especialmente eficazes em casos de artrite e problemas ósseos.

Guaco

guaco é um arbusto lenhoso e cheio de ramos, que se assemelha a uma trepadeira. A planta é conhecida tradicionalmente por seus usos medicinais e algumas pesquisas científicas comprovam esses usos. Estudos mostraram que o guaco funciona como bronco dilatador e expectorante, sendo amplamente utilizado no combate a doenças respiratórias, como gripe, dor de garganta e bronquite.
Pesquisas realizadas pela Unicamp comprovaram que o guaco também é eficiente no tratamento de cáries e placas bacterianas nos dentes.
Guaco
Guaco

Cupuaçu

cupuaçu é uma árvore média, originária da Amazônia brasileira. Os frutos são amplamente utilizados no preparo de sucos, sorvetes, geleias e bombons, principalmente na região Norte do país. O consumo do cupuaçu é altamente recomendado, uma vez que se trata de um alimento bastante nutritivo.
Ele é rico em ferro, fósforo e proteínas, que contribuem para a formação das células; possui alta concentração de vitaminas C, que melhora o sistema imunológico e combate a gripe; também possui vitaminas no complexo B, que funcionam como tonificante e auxiliam na formação das hemácias; e contém taninos, que combatem as inflamações.

Mentrasto

mentrasto (Ageratum conyzoides), também conhecido como erva-de-são-joão, é uma das plantas medicinais brasileiras que vêm sendo estudadas por pesquisadores. De acordo com alguns desses estudos, ela contém substâncias antibacterianas. Além disso, o chá feito com a erva é indicado para tratar problemas como artrite, artrose, bronquite, cólicas menstruais, dores musculares e hemorragias.
O extrato do mentrasto é responsável pelo efeito analgésico e anti-inflamatório, o que explica a maior parte dos benefícios atribuídos à planta.

Andiroba

andiroba (Carapa guianensis) é outra planta medicinal brasileira de grande importância. Ela é usada pelos indígenas da Amazônia há muitos anos. Tanto a casca quanto a folha da planta podem ter fins medicinais. O uso tópico é o mais comum para combater úlceras, picadas de inseto, irritações na pele e problemas no couro cabeludo. Os índios também utilizam a casca embebida em água para preparar uma espécie de bebida digestiva.
O óleo feito a partir do fruto da andiroba é excelente para limpar as vias aéreas e amenizar a tosse. Estudos feitos com a casca da planta revelaram uma possível ação anticancerígena que vem sendo melhor pesquisada.

Jaborandi

Outra planta bastante conhecida dos povos indígenas da Amazônia é o jaborandi (Pilocarpus microphyllus). O nome vem da expressão em tupi “ya-bor-andi” que significa “que faz babar”. Assim, podemos notar que os primeiros usos tiveram relação com a salivação.
O médico português Symphrônio Coutinho levou a planta para a Europa em 1876. Lá, pesquisadores descobriram que as folhas possuem um componente chamado pilocarpina, que pode ser usado no tratamento de problemas oftalmológicos. A extração é feita por empresas estrangeiras que dominam o mercado de produção dos medicamentos feitos com a pilocarpina.
Da família Euphorbiaceae, a planta Avelós pode ser conhecida também como aveloz, almeidinha, coral verde, dente de cão, árvore de são Sebastião, árvore de lápis, cega olho, cassoneira, dedinho, coral de cristo, dedo de diabo, pinheirinho, labirinto e muitos outros nomes populares. Embora seja uma planta muito disseminada e comum – principalmente no Nordeste brasileiro – ela não deve jamais ser subestimada. 
A planta Avelós, embora possua diversas restrições para não ser nociva perante animais, crianças e até alguns adultos desavisados, quando corretamente manejada pode propiciar diversos benefícios para a saúde. Escuta-se por aí que seu consumo é capaz até mesmo de prevenir ou auxiliar na cura do câncer. 
Para certificar-se do que é verdade e do que é boato, vamos analisar as propriedades da Avelós e seus benefícios.
Avelós
Foto: Reprodução

Propriedades
A planta Avelós possui propriedades antiasmáticas, antibióticas, anticarcinogênicas, antiescorpiônico, antirreumático, antivirótico, expectorante, purgativo, resolutivo, vermicida, antissifilítico e anti-inflamatório.

Constituintes

Hidrocarbonetos terpênicos, óleos essenciais, látex, aldeídos, resina, sapogenina acetatos e beta-sitosterol.

Benefícios

A planta Avelós é rica em látex, que dissolvido em água é indicado para auxiliar no tratamento de tumores. É fato que não se pode dizer ainda que está na Avelós a cura do câncer, pois não existem até o momento estudos conclusivos e definitivos sobre o assunto, mas pode-se afirmar que os pacientes com tumores que fizeram seu uso e foram pesquisados realmente apresentaram melhoras significativas. No entanto, é importante lembrar que o câncer – assim como outras doenças graves, e até mesmo as de menor gravidade – deve ser tratado imediatamente por um médico de confiança.
Seu consumo também é indicado para pessoas que sofrem de distúrbios respiratórios, como sinusite e asma; pessoas que sofreram picadas de escorpião, pois a planta é capaz de interromper o veneno do animal e impedi-lo de se espalhar pelo organismo; aliviar e reduzir tosses, gripes e resfriados; dores musculares e inflamações em geral.

Cuidado

Embora possua muitas propriedades medicinais e efeitos benéficos, o consumo da Avelós deve ser cuidadosamente acompanhado por um médico, corretamente preparado e evitar terminantemente o contato da planta com crianças e animais. O látex puro pode causar graves irritações na pele e nos olhos – podendo causar até mesmo cegueira – além de provocar hemorragias caso seja consumido em excesso.

Modo de preparo

Escolha uma haste grossa da planta Avelós, extraia dela três gotas de látex e coloque num copo com água pura e filtrada. Tampe e deixe descansar por 30 minutos. Após esse período, certifique-se de que as gotas se encontram bem dissolvidas, mexa o fundo do copo e tome uma colher de sopa dessa água, entre quatro e seis vezes por dia. Esse tratamento pode durar duas semanas, para a maioria das enfermidades. Caso o tratamento seja para o câncer, deve ser repetido durante muitos meses, sempre com acompanhamento médico.
Fontes de Pesquisa

domingo, 5 de junho de 2016

Plantas Medicinais: O Câncer tem cura.

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Câncer tem cura. “Artemisinina elimina 98% das células cancerosas em apenas 16 horas”

Já reconhecida à mais de 2000 anos pela medicina tradicional chinesa como um poderoso remédio contra a febre e, mais recentemente, contra a malária, Artemisia annua (conhecida também como Losna ou Absinto), é uma planta aromática com qualidades medicinais inequívocas.
Artemisia annua, a erva do ano de 2014, também chamada de losna ou absinto, tem sido usada há séculos na China. Ela era uma terapia à base de plantas perdida até ser redescoberta em manuscritos antigos em 1970. Ela ainda é usada para o tratamento da malária e outros parasitas.
No Vietnã, a família de médicos Hoang tem utilizado a losna para o tratamento de câncer por anos. Ao longo de um período de 10 anos, trataram 400 pacientes com artemisinina, um dos três compostos a partir desta erva, juntamente com um programa nutricional anti-câncer abrangente. Os resultados mostraram 60% de redução das taxas a longo prazo. A família Hoang  recomenda um programa de terapia de dois anos com um câncer ativo.
As células cancerosas precisam de mais ferro do que as células normais para se replicar e crescer. Estudos descobriram que o extrato de losna combinado com ferro tornam as células cancerosas mais suscetíveis aos efeitos citotóxicos; é 100 vezes mais seletiva em matar células cancerosas em oposição a qualquer de suas células normais.
Esta erva é uma dessas curas e pode matar até 98% das células cancerosas em apenas 16 horas.
Já reconhecida à mais de 2000 anos pela medicina tradicional chinesa como um poderoso remédio contra a febre e, mais recentemente, contra a malária, Artemisia annua (conhecida também como Losna ou Absinto), é uma planta aromática com qualidades medicinais inequívocas.
Estudos recentes que usaram a planta para combater as células cancerígenas foram muito surpreendente. 
Assim, numa série de estudos, a artemisinina, uma substância extraída do losna e utilizada em fitoterapia chinesa há séculos, reduz as células do cancro do pulmão de até 28%.
Em combinação com ferro, esta planta incrível mata 98% das células cancerígenas em apenas 16 horas. 
Ainda melhor; ela ataca seletivamente as células “más” sem afetar o tecido saudável.
A erva utilizada por si só, reduz as células de cancro do pulmão em até 28%, mas em combinação com ferro, Artemisia annua "acaba com êxito e completamente" o cancro, e no experimento esta erva não teve impacto sobre células pulmonares saudáveis.
A artemisinina no passado foi usada como um poderoso remédio CONTRA a malária, mas agora está provado que esta cura é também eficaz na luta contra o cancro.  
Quando os cientistas acrescentaram ferro durante a realização do estudo, que mais tarde anexado ao tecido pulmonar, especialmente para as células infectadas com cancro, a artemisinina seletivamente atacou células "más", e deixou as células "boas" intactas
“Em geral, nossos resultados mostram que a artemisinina para o fator de transcrição” E2F1 ‘e está envolvido na destruição de células de cancro do pulmão “, foi indicado na conclusão da pesquisa realizada no laboratório de cancro da Universidade da Califórnia.

Outro estudo da Universidade de Washington, liderado pelo Dr. Henry Lai e Narendra Singh, e até agora, o maior estudo feito à artemisinina nos Estados Unidos mostra que a artemisinina, sempre combinado com ferro, tem uma taxa comprovada de 75% de destruição do cancro da mama após apenas 8 horas e quase 100% de destruição em apenas 24 horas.

As células cancerígenas tendem a acumular mais ferro do que as células normais para promover a divisão celular, eles tornam-se mais suscetíveis à combinação de artemisinina e ferro. Finalmente, muitos outros experimentos foram realizados até agora todos eles têm mostrado que a artemisinina combinada com ferro pode efetivamente destruir o cancro em vários órgãos (intestino, próstata, etc). A infusão de artemisinina já oferece uma boa proteção contra vários tipos de cancro, mas a versão em pó seco seria muito mais eficaz.

Dr. Len Saputo classifica a artemisinina de “bomba inteligente contra o cancro.” 


Fontes Pesquisadas
http://www.portrasdamidiamundial.com/2015/06/cancer-tem-cura-artemisinina-elimina-98.html 
 http://espacodosol.com/blog/?p=10630
 https://www.google.com.br/search?q=artemisinina&client=firefox-b&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwixgcq7mZLNAhVFXh4KHZsdAk8Q_AUIBygB&biw=1366bih=657#imgrc=Oc1AQwDr7FmUPM%3A

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Plantas Medicinais: Para que serve Arruda !!

Ruta graveolens arruda 
Nome Cientifico Ruta graveolens
Nome Popular : Arruda, arruda-fedida, arruda-fedorenta, arruda-domésticaarruda-dos-jardinsruta-de-cheiro-forte.
A arruda é conhecida popularmente como a planta que espanta o mal olhado, também é utilizada na sabedoria popular para provocar o aborto, fazendo descer a menstruação.
Histórico: É um substrato muito cultivado nos jardins, em todo o mundo, por causa de suas folhas folhas fortemente aromáticas.
Cresce até um metro, mais ou menos, de altura.
Haste lenhosa, ramificada desde a base.
Folhas alternadas, pecioladas, carnudas, glaucas, compostas, de até 15 cm de comprimento.
Seus folíolos sésseis também se dividem em 2 ou 3.
Inflorescência em umbelas. Flores pequenas verde-amarela. Cálice de 4 ou 5 sépalas lanceoladas, agudas. Corola de 4 ou 5 pétalas côncavas superiormente.
Fruto capsular de 4 ou 5 lobos salientes e rugosos, abrindo-se superior e interiormente em 4 ou 5 valvas. No interior de cada lóculo há uma semente reniforme, rugosa, pardacenta.

Para que serve 

Uso: O principal uso desta planta é nas regras suprimidas bruscamente. Seus efeito é fortemente emenagogo.

Como Usar 

Dose: 2 a 3 gramas para um litro de água por infusão; duas xícaras por dia. Tenha-se o cuidado de não usar quantidades maiores. Ao mesmo tempo, banhando-se os pés em água quente.

O chá de arruda também é bom como calmante dos nervos.

Extremamente aplicado, um chá em dose mais forte (20 gramas para 1 litro de água), mata piolhos. O pó das folhas secas servem para o mesmo fim.

Para afugentar lombrigas, fervem-se 20 gramas de arruda em um litro de azeite comestível, e tomam-se 2 a 3 colheres de chá, por dia .

O chá é supra indicado também para o controle das vermes intestinais. Pega-se de 8 a 10 gramas de folha de arruda, para um litro de água.

Para combater a sarna, prepara´se um chá (20 gramas para 1 litro de água), no qual molha-se um pano ou algodão, e passa sobre as partes afetadas. 

O mesmo chá é bom para lavar feridas. Também as folhas frescas frescas, machucadas, aplicadas sobre feridas velhas, são de bom efeito curativo.

Princípios Ativos :
Rica em arborina, arborinina, egama-fagarina;
alcaloides nas raízes: acridonas - rutacridona e hidroxirutacridona;
Outros alcaloides: graveolina, graveolinina, kokusaginina, rutacridona, e esquimianina.
Flavonoides: rutina, óleo volátil: nonilcetona metílica, cetonas, ésteres, efenóis; furocumarinas: bergapteno, psoraleno, xanloxanlina, xantotoxina, isopimpinelina, e rutamarina; a hexo-dehydrochalepina foi sintetizada a partir da rutamarina.

A substância chamada rutina é a responsável pelas principais propriedades da arruda. Ela é usada para aumentar a resistência dos vasos sanguíneos, evitando rupturas e, por isso é indicada no tratamento contra varizes.

Contra indicação e cuidados : Na gestação e na lactação é contraindicada em ambos os casos. Não deve ser ingerida por mulheres em idade fértilgravidez, lactação, crianças, idosos, pessoas sensíveis.

Efeitos colaterais: O efeito antispasmódico ocorre em doses relativamente pequenas, o planta somente deve ser usada com acompanhamento de profissional gabaritado.

As furocumarinas foram associadas com uma fotossensibilidade, resultando em bolhas na pele após o contato com a planta seguida por exposição solar. Isso ocorre em pessoas que coletam a arruda fresca e também foi relatado em pessoas que esfregaram a arruda fresca na pele como um repelente de insetos. O óleo volátil é irritante, podendo resultar em danos renais e degeneração hepática se ingerido.

Fontes Pesquisadas
Livro : A cura pelas Plantas -Fossat G, André, 4ª Edição Editora ECO
http://www.plantasquecuram.com.br/ervas/arruda.html#.V0ySFfkrLIU#ixzz4AAVYGfb3

As frutas que o Diabético deve evitar

FRUTAS PROIBIDAS PARA DIABÉTICOS
O diabetes é uma doença em que o metabolismo de açúcares fica comprometido. 
Muitas pessoas acreditam que quando são diagnosticados com diabetes, não poderão mais comer muitos alimentos que costumavam comer antes do diagnóstico. 
Também pensam que como os frutos são doces, estão carregados com açúcares e então devem ser evitados. 
Então, estas afirmações são verdadeiras? 
Há frutas que de fato são proibidas para as pessoas com pré-diabetes ou diabetes? 
A resposta é não! 
A seguir, vamos derrubar esse mito sobre frutas proibidas para pessoas com diabetes.
A pergunta que não quer calar… Existem frutas proibidos para diabéticos? 
Não, as pessoas com diabetes podem comer as frutas que desejarem. 
Então, de onde surgiu esta concepção equivocada? 
A resposta para isso está associada ao índice glicêmico dos alimentos e à maneira como funciona o metabolismo das pessoas com diabetes. 
As frutas contêm vitaminas, minerais, fibras e carboidratos; e estes últimos são os que causam maior preocupação.
Como as frutas são ricas em fibras solúveis e insolúveis, parte de seus carboidratos não são absorvidos na corrente sanguínea, e os que são, fazem isto lentamente. 
Isso evita que se apresentem os perigosos picos de açúcar no sangue. 
Quanto maior a quantidade de fibras de um alimento, menor o índice glicêmico (efeito do alimento no açúcar no sangue), e melhor é este alimento para quem sofre de diabete.
Não é verdade que existem frutas que as pessoas com diabetes não possam comer, mas o controle da porção é fundamental para evitar os temidos picos de açúcar no sangue. 
Hoje em dia, os médicos recomendam comer uma média de 4 a 5 porções de frutas por dia. 
Cada porção não deve ser superior a 15 g de carboidratos. 
Então, como podemos calcular a porção certa de fruta, mantendo em mente as sugeridas 15 g de carboidratos?
Em primeiro lugar, as melhores opções de frutas para quem tem diabetes são as frutas frescas. 
A segunda opção seriam as frutas congeladas e enlatadas, sem adição de açúcar. 
Os diabéticos devem manter distância ou consumir em quantidades muito pequenas as conservas de frutas em calda de açúcar, sucos de frutas com adição de açúcar, e geleias. 
Agora vamos falar sobre as porções. 
Uma porção de fruta equivale a 1 fruta média, ½ copo de suco de frutas frescas, ½ xícara de frutas frescas ou congeladas. 
As bagas pequenas e melões têm a mesma quantidade de carboidratos em ¾ a 1 xícara de frutas.
Resumindo, de uma maneira geral, não há frutas que estejam fora do alcance das pessoas com diabetes. 
Na realidade, os frutos devem ser incorporados à nossa dieta diária, já que estão carregados com vitaminas, minerais e fibras essenciais, os quais irão beneficiar a sua saúde geral, ajudando a controlar o peso, colesterol e no detox do organismo! 
Conte-nos sobre suas frutas favoritas, e sobre o que você pensa sobre frutas e sua importância para as pessoas com diabetes!
Saber quais são as frutas mais recomendadas para diabetes é importante para evitar os picos de glicemia, que podem ocorrer ao consumir grandes quantidades de frutas ou sucos, especialmente quando são ricas em carboidratos, como banana, figo e tamarindo.
A melhor escolha é consumir a fruta fresca, principalmente aquelas ricas em fibras ou que podem ser consumidas com casca, como maçã, pera e laranja, pois a fibra ajuda a diminuir a velocidade que o açúcar é absorvido, mantendo a glicemia controlada.

Frutas permitidas na diabetes

Todas as frutas podem ser consumidas pelos diabéticos, desde que em pequenas quantidades para não estimular o aumento do açúcar no sangue. 
Além disso, a melhor opção são aquelas frescas com bagaço e casca, podendo também serem utilizadas frutas congeladas ou enlatadas sem adição de açúcar na calda.
Em geral, recomenda-se consumir de 3 a 5 unidades por dia, lembrando que 1 fruta fresca média contém cerca de 15 g de carboidratos, o que também é encontrado em 1/2 copo de suco ou em 2 colheres de sopa de frutas secas.
Veja na tabela a seguir a quantidade de carboidratos presentes nesses alimentos:
Fruta (100 g)Quantidade de carboidrato
Abacate, 1 unidade média25,8 g
Abacaxi, 1 fatia média9,2 g
Banana prata10,4 g
Goiaba vermelha22,1 g
Laranja baía, crua20,7 g
Maçã21,6 g
Mamão papaya, 1 unidade média32,2 g
Melancia, 1 fatia média16,2 g
Pera17,6 g
Tangerina12,9 g
Uva, 1 cacho pequeno23,1 g

Também é importante lembrar que o suco contém mais açúcar do que a fruta fresca e menos fibras, o que faz com que a sensação de fome volte logo e o açúcar no sangue aumente mais rapidamente após a ingestão. 
Além disso, antes do exercício também é importante fazer uma refeição adequada para evitar que os níveis de açúcar fiquem muito baixos. 

Frutas que devem ser controladas

Algumas frutas devem ser consumidas com moderação pelos diabéticos por conterem mais carboidratos ou por terem menos fibras, o que facilita a absorção do açúcar no intestino. 
Os principais exemplos são ameixa em calda enlatada, açaí polpa, banana, jaca, pinha, figo e tamarindo.
Uma dica para evitar o aumento da glicemia é consumir as frutas juntamente com alimentos ricos em fibras, como aveia em flocos, biscoito integral ou na sobremesa de refeições que contenham salada, como o almoço ou o jantar. 
Fontes pesquisadas
https://healthunlocked.com/anad/posts/131670946/frutas-proibidas-para-diab%C3%A9ticos
http://blogbr.diabetv.com/pessoas-com-diabetes-podem-comer-bananas/